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O Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Sul (CBMRS) completou no sábado, três anos como instituição autônoma, vinculada à Secretaria da Segurança Pública (SSP). Nesse período, o CBMRS realizou mais de 214 mil atendimentos em todo o Estado, sendo 44.087 somente em 2020. Muito além de ocorrências de incêndio, os bombeiros gaúchos praticaram 47.007 atendimentos pré-hospitalares, atenderam 18.525 ocorrências de salvamento, busca e resgate. Em paralelo às atividades emergenciais, 59.729 ações preventivas foram contabilizadas.

Somente em 2020, foram atendidas 16.278 ocorrências de incêndio, sendo 2.672 em edificações familiares, 453 edificações comerciais e 13.153 em outros casos. Deste total, 5.723 ocorreram em Porto Alegre e na Região Metropolitana. Os atendimentos são gerados, em sua maioria, a partir da ligação da comunidade gaúcha, por meio do número de emergência 193.

Além do combate ao fogo, os bombeiros realizam também ações de busca e salvamento, operações complexas que exigem distintas atuações e equipamentos complementares.

Em 22 de agosto de 2017, foi publicado o ato de nomeação do primeiro comandante-geral da corporação, o coronel Cleber Valinodo Pereira, hoje já na reserva. A data passou a ser o marco da emancipação institucional. O ato consolidou processo inaugurado ainda em 2014, com a sanção da Emenda Constitucional n.º 67, publicada no Diário Oficial da Assembleia Legislativa n.º 10.788, de 20 de junho daquele ano, que autorizou o desmembramento da Brigada Militar. Atualmente o comandante-geral da corporação, é o coronel César Eduardo Bonfanti.

Bombeiros equipamentos 04UNIDADES – O CBMRS conta atualmente com 126 quartéis, instalados em 93 municípios gaúchos. Para execução da sua atividade fim, a estrutura se divide em 12 Batalhões de Bombeiro Militar (BBM), sediados nos municípios de Canoas, Caxias do Sul, Ijuí, Passo Fundo, Porto Alegre, Rio Grande, Santa Cruz do Sul, Santa Maria, Santana do Livramento, Santo Ângelo, São Leopoldo e Tramandaí. Os BBMs possuem seções Administrativa, de Operações e Defesa Civil, de Segurança Contra Incêndios, Companhias de Bombeiro Militar, Pelotões de Bombeiro Militar e Grupos de Bombeiro Militar. As missões constitucionais dos bombeiros militares são a prevenção e combate a incêndios, a busca e salvamento e as ações de defesa civil.

MELHORIAS – A partir da sua emancipação, CBMRS adquiriu uma série de novas viaturas e equipamentos operacionais. Desde 2018, a corporação ganhou um ônibus rodoviário, dois micro-ônibus, 20 quadriciclos, 40 viaturas leves, 20 caminhões Auto-Bomba Tanque, 15 moto-aquáticas e 18 ambulâncias.

Além disso, foram adquiridos 15 conjuntos de desencarceramento e salvamento veicular, 150 equipamentos de proteção respiratórias e 500 equipamentos de proteção individual (EPIs) de combate a incêndio. Está em fase de contratação a compra de uma Auto Escada Mecânica e uma Embarcação de Combate a Incêndio, que irão suprir carências históricas para a atividade no Estado.

Três anos como instituição autônoma

Três anos como instituição autônoma

OPERAÇÃO VERÃO – A maior ação operacional do CBMRS, desde sua desvinculação, tem sido a Operação Verão. Militares de todas as regiões do Estado embarcam ao Litoral e balneários de águas internas com a missão de salvar e proteger vidas em seus postos de salvamento. Desde sua primeira Operação Verão (2017/18) enquanto instituição independente, o CBMRS alcançou reduções significativas nos números de salvamentos e afogamentos em áreas balneáveis – onde há presença de guarda-vidas.

AÇÕES EDUCATIVAS – Com intuito de transmitir e difundir entre a sociedade gaúcha conhecimentos e informações que possam melhorar a percepção dos riscos e a prevenção de incêndios e acidentes, o CBMRS desenvolve ações de educação preventiva, que integram o planejamento estratégico da instituição: Projeto Bombeiro Mirim; Projeto Bombeiro na Escola; Guarda-vidas Mirim.

PREVENÇÃO – O CBMRS também conseguiu reduzir em mais de um terço o tempo médio das etapas de avaliação dos Planos de Prevenção e Proteção Contra Incêndio (PPCIs), encaminhados por proprietários de imóveis no Rio Grande do Sul. Para as etapas de Análise e Vistoria durante o primeiro semestre de 2020, foram necessários, em média, 20 dias – 12 a menos do que no mesmo período de 2019 (-38%). Na internet acesse: bombeiros.rs.gov.br



Fonte: Diário da Manhã | Laranjal

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